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Brasília Vôlei recebe o bicho-papão Rio de Janeiro no Sesi Taguatinga

Equipes perderam patrocínio no início da temporada, mas pentacampeões conseguiram manter a base vencedora

Equipe comandada por Sérgio Negrão tem duas vitórias e quatro derrotas na temporada

Equipe comandada por Sérgio Negrão tem duas vitórias e quatro derrotas na temporada

O Brasília Vôlei volta a atuar em casa, no Ginásio Sesi Taguatinga, diante do time a ser batido na Superliga feminina de vôlei: o Rio de Janeiro. Em busca do sexto título consecutivo — e da 13ª taça de campeão —, a equipe comandada por Bernardinho, dono de seis medalhas olímpicas como treinador, vem à capital federal com objetivo de driblar os desfalques provocados por lesões para manter a invencibilidade diante das brasilienses, pela 7ª rodada.

Há fatos em comum entre as duas equipes: ambas perderam os principais patrocinadores e tiveram de se virar com cortes de orçamento para a temporada 2017/2018. O Brasília Vôlei perdeu o apoio da Terracap, enquanto o Rio de Janeiro ficou sem o Rexona — o BRB e o Sesc-RJ assumiram, respectivamente, os postos de protagonistas. Comandados por técnicos experientes e que, nos dois casos, estão com os projetos desde a fundação, Bernardinho e Sérgio Negrão são as principais cartas na manga dos dois lados.
As semelhanças, no entanto, param por aí. O Rio de Janeiro manteve a base das últimas conquistas, com as ponteiras Gabi e Drussyla, a levantadora Roberta, a oposta Monique Pavão e a líbero Fabi  — todas com experiência de Seleção Brasileira. Ao todo, são nove remanescentes do pentacampeonato da última temporada. Enquanto isso, do lado brasiliense, o elenco foi praticamente todo reformulado: ficaram apenas quatro atletas da edição anterior.

Contusões

Ao menos, o Brasília Vôlei não teve surpresas desagradáveis, como a baixa por conta de lesão de uma das principais contratações do Rio. A ponteira Gabi Guimarães, também conhecida como Gabiru, rompeu os ligamentos do joelho direito em jogo contra o Hinode Barueri, ainda na 2ª rodada da Superliga. A jogadora passou por cirurgia e tem previsão de voltar a atuar apenas em 2018.
Outra Gabi — a Guimarães —, que disputou as Olimpíadas do Rio-2016, se recupera de uma cirurgia no joelho direito realizada em setembro e deve voltar a defender a camisa do Rio em breve. Mesmo diante de um início de temporada conturbado, o time comandado por Bernardinho é o vice-líder, atrás apenas por 1 ponto do Praia Clube, que soma 18 pontos. Até o momento, o Rio soma seis vitórias, em que perdeu apenas três sets dos 21 disputados.
Já o Brasília Vôlei tem perspectivas mais humildes. Segundo o técnico Sérgio Negrão, o representante do DF está inserido na briga do 8º ao 12º colocado — os oito primeiros avançam aos play-offs e os dois últimos são rebaixados à Superliga B. No momento, as candangas ocupam a 9ª posição, com duas vitórias e quatro derrotas. Ao menos, a batalha é diante da própria torcida — na próxima semana, luta contra o Hinode Barueri, do técnico José Roberto Guimarães, fora de casa.

Programe-se

Superliga feminina — 7ª rodada
Brasília Vôlei x Rio de Janeiro
Quando: terça-feira (14/11), às 20h
Local: Sesi Taguatinga
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia — também vale com uma embalagem de produtos Café do Sítio)

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