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Polícia Civil descobre fraude que causou prejuízo de R$ 10 milhões a Rondônia

Os policiais civis deram cumprimento a nove mandados judiciais, sendo dois de prisão temporária e sete de busca e apreensão

 A Polícia Civil do Estado de Rondônia, por intermédio da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado-DRACO da capital e operação conjunta com a DECOR, DRLD, 1ª Delegacia de Guajará-Mirim e Delegacia Regional de Ariquemes, juntamente com auditores da Secretaria de Estado de Finanças – SEFIN deflagraram nesta quarta-feira (14) a operação denominada PERSONA em combate aos crimes de associação criminosa e falsidade ideológica além de delitos tributários e de lavagem de dinheiro nos municípios de Porto Velho, Guajará Mirim e Ariquemes.

Os policiais civis deram cumprimento a nove mandados judiciais, sendo dois de prisão temporária e sete de busca e apreensão, abrangendo as cidades de Porto Velho, Guajará Mirim e Ariquemes.
As investigações apresentaram indícios do uso de interposta pessoa, popularmente conhecida por LARANJA ou TESTA DE FERRO, com o fito de, supostamente, salvaguardar dois empresários da responsabilidade decorrente de práticas tributárias ilegais que teriam gerado prejuízo milionário ao Estado de Rondônia, ultrapassando a cifra de R$ 10.000.000,00 (dez milhões de reais).

Apura-se ainda, as altas cifras que deram origem a este débito, as quais ultrapassam R$ 110.000.000,00 (cento e dez milhões de reais) no período aproximado de apenas quatro anos, ligados a um estabelecimento com estrutura física de pequeno porte situado na cidade de Guajará Mirim-RO.

Trata-se de pessoas que foram condenadas em primeiro grau na operação Apocalipse, um deles a pena de dezoito anos de reclusão. Importante frisar que a operação de hoje apura fatos novos, mas guardam grande correspondência com a conduta investigada e provada ao longo da operação Apocalipse.

Os dois conduzidos foram recolhidos ao sistema prisional, ao passo que o grande acervo de provas arrecadadas na data de hoje será detidamente analisado pelos investigadores e técnicos da Delegacia de Repressão ao Crime Organizado.Por Ass PCRO

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