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HOSPITAL DE BASE – SIMPLES MEDIDA ADMINISTRATIVA AUMENTARIA OFERTA DE LEITOS DE UTI À POPULAÇÃO

As medidas preventivas visando preparar as estruturas da saúde pública do Estado de Rondônia para enfrentar o COVID-19 foram adotadas até aqui de forma amadora e improvisadas pelo governo Marcos Rocha, fazendo de nossa capital, por exemplo, a campeã nacional de pacientes doentes com essa moléstia, ao comparar o número de pacientes das capitais para cada grupo de cem mil habitantes.

Um título que assusta, envergonha e entristece o povo de Rondônia, embora com apoio total da sociedade e dos setores públicos, com empresários ajudando na recuperação de leitos hospitalares ou Assembleia Legislativa e Tribunal de Contas, por exemplo, disponibilizando recursos, num

A inépcia também colocou Rondônia de forma vexatória nos maiores veículos de comunicação nacional nas estranhas aquisições de exames de diagnósticos ao COVID-19, com prisões de várias pessoas que circundam as rodas do poder local, em medidas adotadas pelos órgãos de controle federal e estadual.

Estranha e injustificável a morosidade na conclusão de reformas e ampliações de alas do Hospital de Base, que acrescentaria aproximadamente 150 (cento e cinquenta) novos leitos à rede pública estadual, número maior que os hoje disponibilizados pelo Hospital João Paulo II, por exemplo.

Além de não dar prioridade às obras em andamento no Hospital de Base, fez a questionável compra de hospital privado no valor no valor de 12 (doze) milhões de reais, sem prazo para entrar em funcionamento, com cidadãos indo à justiça para ter acesso ao contrato de aquisição, que fora feito de forma secreta, desrespeitando a legislação na necessária transparência dos atos públicos.

Chega agora ao conhecimento da sociedade, por profissionais de saúde que trabalham no Hospital de Base, que uma simples intervenção na “sala de hemodiálise” poderia instalar ali até 12 (doze) novos leitos de UTI, com toda a infraestrutura já pronta, remetendo os pacientes que ali são tratados para clínicas privadas que fazem esses mesmos procedimentos. Medida factível, rápida e fácil de fazer, que segundo esses profissionais, atenderia a população imediatamente, usando somente recursos já disponíveis.

Esperamos que após a divulgação desses fatos o governo de Rondônia tome as medidas administrativas necessárias para instalar esses leitos de UTI, sob pena de perdas irreparáveis de preciosas vidas.

Com a palavra agora o governo estadual e os órgãos de controle, principalmente o MPE e o TCE.

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