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Daniel diz que foi grampeado ilegalmente por cinco meses enquanto era governador

OPINIÃO DE PRIMEIRA – Daniel Pereira continua seu périplo de protestos contra a ação policial e do Ministério Público, que o envolveu nas denúncias contra supostos crimes ocorridos na Sedam, durante seu governo. Ele não se conforma em ter sido tratado da forma como o foi, com invasão da polícia e MP à sua casa, mesmo com decisão judicial, para uma ação de busca e apreensão. Desde o evento, o ex-governador está na mídia, dando sua versão, negando qualquer participação em ilegalidades e, mais que isso, tomando medidas contra a operação que ele considerou espalhafatosa e, mais que isso, contrária às decisões do Judiciário, já que, alega, o caso era de segredo de Justiça.Ontem, Daniel e seus advogados começaram a analisar outra questão: o fato de que seu telefone estava “grampeado” há oito meses. Nesse período, durante cinco meses ele esteve à frente do Governo. Só poderia ser monitorado, então, com autorização da Justiça Federal, por ter foro privilegiado, neste contexto. Havia autorização da JF? Se não havia, sob que alegação houve grampo no seu telefone?  Ontem, num depoimento de três horas ao Ministério Público, Daniel Pereira contestou todas as acusações contra ele e entregou suas declarações de renda de 2015, 2016, 2017 e 2018, quando então foi Governador por oito meses. O Patrimônio, no geral, é o mesmo.

Fonte: Sérgio Pires

 

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