Deputado Jair Montes vota a favor da recomposição e defende salário justo para toda Segurança Pública



O Deputado Estadual Jair Montes (Avante) usou a tribuna da Assembleia na sessão desta terça-feira (06) e observou o retorno gradativo da população às reuniões. De acordo com Jair, é muito satisfatório “ver o povo de volta à sua Casa”. O parlamentar se referia aos policiais penais que ocupavam a galeria principal do plenário, em manifestação por melhorias salariais.

Assim como fez na sessão da semana passada, Jair Montes voltou a falar sobre a necessidade de tratamento isonômico entre os servidores no que diz respeito aos reajustes. Montes lembrou que o governador Marcos Rocha concedeu aumento de 25% para os policiais militares, mas esqueceu das demais categorias que compõem a Segurança Pública do Estado.

“É preciso que o tratamento dado a uma classe seja o mesmo repassado às demais categorias. Não se pode fazer diferença a nenhuma categoria, especialmente as que pertencem à mesma classe, como no caso, a segurança pública. Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, servidores do Detran, Polícia Penal, todos são da segurança pública e merecem tratamento igual, merecem o mesmo reajuste. Enquanto eu estiver no mandato de deputado vou sempre lutar por isso, pelos servidores. Desde quando era vereador, nunca votei nada contra os servidores. Me considero o pai dos servidores públicos, pelo carinho e respeito que tenho com cada um, pois sei do seu importante trabalho para o desenvolvimento do estado. Servidor público é a alma do serviço público e merece nosso total respeito e dedicação”, destacou o deputado.

Jair Montes disse ainda acreditar que o governador Coronel Marcos Rocha, que é servidor público de carreira, olhe para as demais categorias, como a dos Policiais Penais, que estão há mais de 10 anos sem reajuste salarial. “Vou conversar com o governador, assim como todos os deputados devem fazer, para que seja revista essa situação. Nestes últimos dez anos o custo de vida quase dobrou de valor e os nossos servidores rebem o mesmo salário de quando o litro de gasolina custava R$ 3,00 (hoje está quase R$6,00), o rancho do mês não dura mais 15 dias, o servidor está devendo consignado (empréstimo) que compromete o seu ganho e não acaba nunca no banco. Isso precisa mudar. Chegou o momento do governo repensar o estado e isso passa pela valorização dos nossos servidores”, completou.

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