Porto Velho segue com vacinação de trabalhadores que atuam em creches, além de pessoas com comorbidades



Nesta terça-feira (8), continua a vacinação dos trabalhadores de educação de creches de Porto Velho, que atendem crianças de 0 a 3 anos de idade, cadastrados e agendados pelo aplicativo Sasi. A imunização acontece na Faculdade Uniron, localizada na Avenida Mamoré, na Capital, até as 16 horas.

Segundo a Prefeitura, os trabalhadores da educação serão imunizados com a vacina da AstraZeneca. Nesta fase devem ser aplicadas 1.200 doses.

Além desse grupo, o município segue vacinando pessoas acima de 18 anos, com comorbidades, também cadastrados e agendados pelo aplicativo Sasi.

No local, as filas se estendiam apenas para os profissionais da educação que já estavam cadastrados e com agendamento confirmado através do aplicativo. No momento da vacinação, a Prefeitura esclarece que é obrigatório apresentar documento que comprove o vínculo com a instituição de ensino infantil, com preferência ao contracheque, onde apareçam os dados do local.

De acordo com a Prefeitura, a imunização também continua para os seguintes grupos:


• Pessoas com doença renal crônica acima de 18 anos;
• Pessoas com Síndrome de Down acima de 18 anos;
• Gestantes e puérperas acima de 18 anos;
• Pessoas com Deficiência Permanente, cadastradas no Programa de Benefício de Prestação Continuada (BPC) com 18 anos ou mais;


Já para os outros grupos, o fluxo de pessoas era pequeno e poucas filas eram registradas no local. Os servidores municipais, que contam com o auxílio da Polícia Civil e dos militares dos exércitos, agilizavam o atendimento para que não houvesse necessidade de esperar, evitando aglomerações no local.

Para a comprovação da comorbidade, a Prefeitura também destaca que segue a Nota Técnica 467/2021, e que deverá ser realizada conforme recomendações do PNI, ou seja, no ato da vacinação a pessoa deverá comprovar a doença pré-existente através de exames, receitas, relatório médico, prescrição médica, laudo, cartão do BPC, cartão do hiperdia, entre outros.

São definidas como comorbidades, neste caso, as seguintes doenças: diabetes mellitus; hipertensão arterial sistêmica grave (de difícil controle e/ou com lesão de órgão-alvo); doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme e obesidade grave.

Para fins de inclusão na população alvo para vacinação, serão considerados indivíduos com deficiência permanente severa aqueles que apresentem uma ou mais das seguintes limitações:

1 - Limitação motora que cause grande dificuldade ou incapacidade para andar ou subir escadas;
2 - Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de ouvir (se utiliza aparelho auditivo esta avaliação deverá ser feita em uso do aparelho);
3- Indivíduos com grande dificuldade ou incapacidade de enxergar (se utiliza óculos ou lentes de contato, esta avaliação deverá ser feita com o uso dos óculos ou lente);
4- Indivíduos com alguma deficiência intelectual permanente que limite as suas atividades habituais, como trabalhar, ir à escola, brincar, etc.

A capital voltou a imunizar gestantes e puérperas sem comorbidades, segundo orientação do Ministério da Saúde. Uma nova orientação também atinge esse grupo. Segundo nota técnica, a apresentação de prescrição médica não é mais necessária. Grávidas devem apresentar a caderneta da gestante. As puérperas devem apresentar a certidão ou declaração de nascimento da criança.Esse público continuará sendo atendido com a vacina da Pfizer/BioNTech como orientado pelo MS.

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