Feira Noturna do Produtor Rural é opção para consumidor da zona Leste


Todas as sextas-feiras, das 15h às 21h, a população da capital tem uma opção diferente para adquirir produtos como frutas, verduras, carnes, farinhas, temperos, peixes e artesanatos. É a Feira Noturna do Produtor Rural, que é realizada pela Prefeitura Municipal na rua Mário Andreazza, bairro JK II, ao lado do prédio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric). 

De acordo com os organizadores, 38 feirantes mantêm barracas com produtos naturais, frescos e baratos. Há, inclusive, opção para quem deseja lanchar ou até tomar caldos.

Maria Araújo, de 51 anos de idade, mantém um pequeno comércio há onze anos. Segundo ela, mesmo que o número de vendas tenha caído por conta da pandemia, o principal sustento da família ainda sai da Feira do Produtor Rural. “Embora venda minha mercadoria em outros lugares, com a feira tenho oportunidade de oferecer alimentos a um público diferente”, afirmou Maria, que cultiva os produtos agrícolas que comercializa.

Aguimar Rodrigues só tem tempo para as compras no final da tardeA feira é destinada a pessoas que preferem fazer compras à noite, como o senhor Aguimar Rodrigues, de 54 anos, morador do bairro JK II. Ele só tem tempo disponível no final de tarde. “Gosto muito de vir nos finais de semana. Trabalho durante o dia, sobra a noite para fazer as compras”, revelou.

Para Gustavo Volpato Serbino, secretário adjunto da Semagric, a Feira do Produtor Rural é uma oportunidade oferecida para que o consumidor esteja próximo de quem está no campo e cultiva pessoalmente os alimentos que saem para a mesa das famílias. “Isto é bom para quem produz e bom para quem compra. Nosso papel é fazer as partes se complementarem”, afirma o secretário.

De acordo com o coordenador da feira, Fernando de Carvalho Guimarães, os interessados em expor seus produtos devem ir à sede da Semagric, das 8h às 13h, de segunda a sexta-feira, apresentar CPF, RG, comprovante de residência e identificar o produto a ser comercializado. “O ideal é que a pessoa produza a própria mercadoria”, explica.

Texto: Carlos Sabino
Fotos: Wesley Pontes
Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

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