Na Comissão Segurança Pública, deputado Anderson discute com a Polícia Civil e secretário da Sesdec, situação dos conflitos agrários e invasões de terras em Rondônia


Durante a Comissão de Segurança Pública, realizada nesta terça-feira (18), o deputado estadual Anderson Pereira (PROS), discutiu junto ao delegado geral da Polícia Civil, Samir Fouad, o secretário da Sesdec, Cel. Hélio Pachá, entre outras autoridades ligadas à segurança pública, meios para acabar com a tensão que é vivenciada por muitos proprietários rurais de praticamente todas as regiões de Rondônia, devido a conflitos agrários e invasões de terras praticados por grupos armados.

Anderson discutiu a melhoria no efetivo da Delegacia de Assuntos Agrários, medidas mais duras para punir os responsáveis pela morte de policiais militares em outubro do ano passado e tranquilizar os produtores rurais que vivem um clima de terror no campo devido a invasão de propriedades por criminosos.

“A cada dia, somos surpreendidos com notícias de invasões e de crimes, promovidos por grupos fortemente armados e com muita audácia, que desafiam a polícia e as autoridades. Rondônia não é uma terra sem lei e não vamos deixar a coisa descambar para uma guerra, por isso estamos aqui para contribuir com soluções para esse problema tão sério”, destacou.

O delegado Geral, disse que a Polícia Civil e as delegacias especializadas tem se empenhado em identificar os autores dos crimes e possíveis mandantes, para por fim a onda de terror que assola a população. “Desorganizar um crime organizado é um trabalho que leva tempo, inteligência e dedicação, mas que todo efetivo está empenhado em prender estes criminosos para trazer paz a população”, complementou. 


O secretário da Sesdec, destacou que os conflitos agrários são um problema histórico em todo o país, mas que a Segurança Pública de Rondônia possui não só expertise, mas também tecnologia e uma tropa preparada para garantir reintegrações de posses com a preservação de vidas dos envolvidos, e ao mesmo tempo o direito de propriedade da terra.

“Chega a beirar o absurdo que esses grupos armados instalem o terror e desafiem as forças de segurança. É preciso darmos uma resposta a esses criminosos, dentro da lei, para que o campo possa ser um lugar de trabalho e de produção, não de crimes”, finalizou Anderson Pereira.

Via ALE-RO

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