Analista diz que Marcos Rogério, defensor de Bolsonaro e da cloroquina, é o candidato ao Governo mais atrasado na vacinação




Para José Casado, “a bancada governista na CPI da Pandemia é caso exemplar. No plenário da comissão, o mais ativo defensor de Bolsonaro, e da sua opção por cloroquina em vez de vacina, tem sido o senador Marcos Rogério (DEM-Rondônia”


O analista político e colunista de Veja, José Casado, ao abordar, em artigo, as dificuldades que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) terá para se reeleger em 2022, destacou, também, os riscos que o senador rondoniense Marcos Rogério (DEM) está correndo devido à sua postura intransigente, na CPI da Pandemia, em defesa do presidente e da cloroquina.

Com o título “falta de vacina complica a eleição para Bolsonaro e aliados”, o analista afirma que o “

Presidente e candidatos governistas ficam expostos à crítica pela escassez da vacina. No ritmo atual de vacinação, o eleitorado só estará imunizado no final de 2022”.

Para José Casado, “a bancada governista na CPI da Pandemia é caso exemplar. No plenário da comissão, o mais ativo defensor de Bolsonaro, e da sua opção por cloroquina em vez de vacina, tem sido o senador Marcos Rogério (DEM-Rondônia”.

O colunista lembra que Marcos Rogério é pré-candidato ao Governo do “Estado mais atrasado na vacinação e que detém a segunda maior taxa de mortalidade do País”.

Até à noite de sexta-feira, destaca o analista político, 87,2 por cento da população de Rondônia (1,7 milhão) não havia recebido sequer a primeira dose do imunizante. No mesmo dia e horário, o contingente dos sem vacinas em Mato Grosso do Sul era muito menor (72,2 por cento), afirma.

“A lenta imunização deixou Rondônia com a segunda maior média de mortes por Covid do País, atrás apenas do Amazonas – indica levantamento do Tribunal de contas do Estado em parceria com a Controladoria Geral da União, a partir de informações do Ministério da Saúde”, lembra o artigo.

José Casado ressalta, em sua análise, que em Rondônia foram “286 vítimas para grupo de 100 mil habitantes no primeiro trimestre. Esse nível de mortalidade é 53 por cento superior a média nacional”.

Sobre Marcos Rogério e sua pretensão de assumir o comando do Estado a partir da eleição e 2022, o analista destaca que “a situação (da pandemia e falta de vacina) é ainda mais crítica em um dos principais redutos eleitorais do senador: Porto Velho registrou mortes em quantidade 60 por cento acima da média brasileira”.

Leia o artigo na íntegra clicando AQUI.



Tudorondonia/Veja.com

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